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Terça-feira, 23 de Julho de 2024

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Primeiro escalão do Governo do Estado em contagem regressiva

Os professores que fizeram o "L" estão sentindo o peso do "governo do amor"

Primeiro escalão do Governo do Estado em contagem regressiva
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PRAZO FATAL

Termina nesta segunda-feira, o prazo dado pelo governo federal para que os professores das Universidades Federais voltem ao trabalho.

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Os pedidos de aumento salarial e mais uma série de benefícios foram reduzidos à capacidade governamental, ou seja, nenhuma praticamente.

A entidade sindical, finalmente, descobriu que “há um governo autoritário” no país.

O grito de guerra é:

- Lula, a culpa é sua. A greve continua...

Vamos ver qual será a capacidade de reação e a continuidade da greve.

Lembrando:

Os professores das Universidades Federais cantaram loas porque fizeram o “L”, queriam o governo do amor, defenderam a doutrinação e são – em sua maioria – esquerdistas.

Acho é pouco!

Cabe mais! É preciso sentir “o grosso”.

SUSPEITOS

A chegada dos irmãos Batista (JB&F) ao Porto de Itajaí é pra lá de suspeita.

Envolvidos em falcatruas até o pescoço, bastou o governo petista sentar na cadeira do Poder e todos estão voltando à cena do crime.

Novanor (antiga Odebrecht) está “cheia de amores e promessas” com o governo e contando com perdões e bençãos do Supremo Tribunal Federal.

A mesma coisa ocorrendo com outras empresas denunciadas e rés confessas em delações premiadas na Operação Lava-Jato.

Agora os irmãos Batista, frequentadores assíduos das páginas policiais e notícias do Judiciário.

E há quem insista em “não querer enxergar” o que está claríssimo.

Geraldo Alckmin deverá ser guindado à condição de “maior bruxo brasileiro”, apenas com uma previsão:

- Eles querem voltar à cena do crime!

Voltaram e famintos!

ELEIÇÕES 2024

Os problemas internos nos partidos políticos não serão pequenos para as eleições de outubro.

É possível apontar alguns incontestáveis:

- A falta de candidaturas com musculatura eleitoral para o Legislativo, salvo, raríssimas exceções.

- Qualquer partido que mostrar proximidade com o governo federal (leia-se PT) está fadado ao fracasso.

- Há um desgaste imenso na política e haverá separação entre partido e candidato.

- O fato de pertencer a determinado partido poderá ser uma punição

- Candidatos à reeleição terão grandes dificuldades

- Quociente eleitoral e quociente partidário serão dificultantes.

EM JUNHO

Integrantes do Governo do Estado em Santa Catarina devem buscar a desincompatibilização no dia 5 de junho.

O Governador Jorginho Melo (PL) deverá anunciar mudanças no primeiro escalão por conta de candidaturas e terá problemas nas eleições.

Alguns setores da administração não escondem o descontentamento e poderão influir nas eleições.

O governo poderá aproveitar as mudanças obrigatórias e promover alterações em setores insatisfeitos ou de desempenho pífio.

As mudanças serão balizadoras das eleições de 2026.

Em alguns casos, o governador terá que “mostrar pouco empenho”, afinal de contas, não poderá perder parceiros em 2026.

Há muito em jogo para as devidas negociações:

- Deputados Estaduais

- Deputados Federais

- Senadores

- O próprio governo do Estado

Fazer um pacote que contemple tudo isso – contentando todos – não será tarefa fácil.

É muito possível que filiados em determinada sigla hoje, inclusive com mandato eletivo, não estejam no mesmo partido em 2026.

ESTRANHO

O ser humano é mesmo (muito) estranho.

Me enquadro na definição e não tenho uma explicação lógica, aceitável.

Há um sentimento de "felicidade" no endurecimento do governo federal contra a greve dos professores das Universidades Federais.

Nunca, a frase "eu avisei", se mostrou mais libertadora e prazerosa.

 

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Comentários:
Sérgio Peron

Publicado por:

Sérgio Peron

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