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Segunda-feira, 15 de Julho de 2024

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GOVERNO FEDERAL BUSCA FONTE DE FINANCIAMENTO ELEITORAL

Em Santa Catarina, a movimentação política vem acontecendo sem alardes

GOVERNO FEDERAL BUSCA FONTE DE FINANCIAMENTO ELEITORAL
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O governo do “presimente” insiste na volta da cobrança do acintoso “imposto sindical”.

Não! A intenção não é trazer nenhum benefício aos trabalhadores como querem fazer crer.

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O que pretendem é um “novo fundo eleitoral” para o próprio partido (PT) e seus aliados.

Há detalhes sórdidos na intenção:

- O governo quer instituir a obrigatoriedade com decisões dos interessados (maioria simples vence as votações e fim de papo).

- Não quer que o dinheiro arrecadado (eram R$ 3 bilhões por ano) em 2017 (quando acabou a contribuição com a reforma trabalhista) fique com os sindicatos das categorias.

- Por Lei quer estabelecer que “toda a grana” seja repassada para as federações e confederações sindicais, ou seja, a destinação será do modo que bem entenderem.

- A intenção é que todo dinheiro ou pelo menos a maior parte do que for arrecadado, seja utilizado no financiamento de campanhas eleitorais que interessam ao governo.

- Além do próprio PT que seria o grande beneficiário, os demais partidos satélites que fazem parte da base governista (são 14 atualmente), também estão de olho numa fatia.

A coisa é tão escancarada e a destinação tão aviltante que os sindicatos não concordam com o repasse.

A farra sempre foi grande com o dinheiro do trabalhador: ia de colônia de férias, assessorias e cursos inexistentes, sempre em regiões de praias paradisíacas.

Pudores? Esqueçam!

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Nos bastidores do Ministério Público de Santa Catarina há um tema que pode desencadear mais uma ação do GAECO - Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado: iluminação pública.

Vira e mexe, o tema volta a ser motivo de burburinhos, mas ainda não saiu “para o estouro”.

Dizem que “será grande”!

Em tempos de tantas operações do GAECO (chega a ser engraçado porque a cada dia surge uma nova), as conjecturas passam como sendo “apenas mais uma teoria da conspiração” para medir a temperatura.

Teoria ou apenas disse-me-disse, as conversas não deixam de causar arrepios.

Em ano eleitoral, o caso é de uns 50 arrepios diferentes.

AQUI, ALI E ACOLÁ

Deputado Mauro de Nadal, Governador Jorginho Melo, Deputado Antídio Lunelli e Senador Jorge Seif - para quem sabe fazer a leitura é significativo.

Quem é atento aos acontecimentos está vendo e lendo informações sobre a movimentação entre PL e MDB em Santa Catarina.

Uma nota aqui, outra ali e mais uma logo adiante em jornais ou colunistas que reverberam o assunto, principalmente, em Florianópolis.

O governador Jorginho Melo tem estendido convites aos parlamentares do MDB (Mauro de Nadal e Antídio Lunelli) para cenários que permitem imaginar tratativas ou os preparativos para um caminho.

Exemplo? A viagem oficial para países do Oriente Médio.

As velhas raposas do MDB, como os ex-governadores Paulo Afonso e Pinho Moreira, andam queixosos e andaram expondo os beicinhos.

Reclamam que o partido (MDB) não passa de mero coadjuvante no cenário político catarinense.

Devem estar ruins de memória ou muito esquecidos do que “aprontaram em 2022”.

O partido estava pronto para ser protagonista e “os caciques” tramaram nos bastidores, na calada da noite.

Mesmo sabendo do “fiasco claríssimo” do projeto que pretendiam, a escolha de Udo Döehler, sepultou o entusiasmo da época, apagou a chama, brochou, diriam alguns.

Agora, os mesmos que armaram a arapuca, reclamam.

Em 2022, o cavalo estava encilhado.

Agora e como diz o ditado, Inês é morta.

Lembrando que há todo um cenário a ser construído para 2024 e 2026.

Jorginho Melo não é bobo e já percebeu que “os nomes fortes do MDB precisam ser conquistados”.

Daí os convites para lideranças em ascensão.

Lembrando:

“Política é como nuvem: no minuto seguinte já mudou”.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Comentários:
Sérgio Peron

Publicado por:

Sérgio Peron

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