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Terça-feira, 23 de Julho de 2024

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DECEPCIONADOS COM VEREADORES, OS ELEITORES PROMETEM MUDANÇAS

CPI da Manipulação de jogos inicia oitivas de envolvidos

DECEPCIONADOS COM VEREADORES, OS ELEITORES PROMETEM MUDANÇAS
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MERA COINCIDÊNCIA

A primeira audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Manipulação no Futebol terá como convidado o denunciante do esquema de corrupção que alterava resultado de partidas de campeonatos no Brasil para dar lucro a apostadores. O colegiado da Câmara dos Deputados recebe, na tarde de terça-feira (30), o presidente do Vila Nova Futebol Clube, Hugo Jorge Bravo, que provocou a Operação Penalidade Máxima contra os crimes praticados em Goiás e em outros estados.

A audiência ainda ouvirá o chefe do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), Cyro Terra Peres, e o promotor de Justiça goiano Fernando Cesconetto, que iniciaram a investigação com base na denúncia robusta de Bravo contra a organização criminosa que lucrava modificando resultados de jogos de futebol.

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O presidente do Vila Nova, que é major da Polícia Militar de Goiás, soube que um dos jogadores do clube estava sendo ameaçado por integrantes do esquema e fez a própria investigação, após ter denúncias ignoradas por autoridades. E garantiu o início da investigação oficial no fim do ano passado, após obter documentos e declarações de suspeitos, a exemplo de Bruno Lopez de Moura, apontado como líder do grupo criminoso.

Grupo de jogadores que manipulavam apostas no futebol era denominado de “Lula 13”, numa referência ao atual presidente da República que cumpriu pena de prisão por 580 pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, mas depois foi “descondenado” pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Do grupo do whatsapp “Lula 13”, criado três dias após a vitória do petista nas eleições, participavam cinco jogadores do Sampaio Corrêa, do Maranhão, para combinar sobre apostas e manipulação de jogos no Campeonato Brasileiro da Série B.

PODE CHEGAR NA SUA CASA

As pessoas não estão se dando conta e acham que o tema servirá apenas para demarcar florestas.

Ninguém estará protegido do “marco temporal” das terras indígenas, ameaça absurda pendente de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação é de um dos mais experientes e admirados magistrados brasileiros, Fábio Prieto, que foi desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), em São Paulo. “Nenhuma terra, urbana ou rural, estará a salvo da alegação de que, um dia, há séculos, terá sido ocupada por comunidades indígenas e, portanto, a propriedade não será mais dos brasileiros, mas da União que deve servi-los”.

A ação lacradora tenta fazer o STF rever a tese de que indígenas têm posse das terras que ocupavam em 1988, promulgação da Constituição.

Atual secretário de Justiça do governo paulista, Fábio Prieto explicou a ameaça em documento ao governador Tarcísio de Freitas (Rep).

Há milhares de ações na Justiça (propostas pela União) que alegam que terras “ancestrais” são de tribos, mesmo sem posse há séculos

A malandragem é que a propriedade dessas terras, diz a Constituição, é da União. A posse “imemorial”, dizem ações, seria dos indígenas.

Sem santa Catarina, o Secretário de Agricultura Valdir Colato está fazendo o seguinte alerta:

Impacto Econômico e Social sobre o Agro Brasileiro.

Caso o STF volte atrás em decisões já tomadas (que foi pela manutenção constitucional do marco temporal, mais do que conflito, um enorme problema que atingirá os brasileiros, mas, que precisa ser resolvido sob pena de confrontos inimagináveis entre indígenas e agricultores.

Ledo engano de quem acha que é um problema rural. Áreas urbanas estão sendo questionadas para se tornarem áreas indígenas.

A nova análise do STF está agendada para o dia 7 de junho.

FAÇAM SUAS APOSTAS

Faltando pouco mais de um ano para as eleições de 2024, as pessoas já começaram a olhar o trabalho da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul.

Nas rodas de conversas, as apostas pululam no seguinte rumo: quem não será reeleito!

Há quem garanta que teremos uma renovação variando entre 70 e 80%, decepcionados com a atuação dos “nobres edis”.

Vão mais longe!

Afirmam que a atual legislatura é bem pior do que a anterior – que já era muito ruim.

Raros debates ou discussões de temas, vereadores não sabem o que estão votando, propostas absurdas e olhares, apenas para os próprios umbigos.

É preciso mudanças e vamos ajudar.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Comentários:
Sérgio Peron

Publicado por:

Sérgio Peron

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