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Segunda-feira, 18 de Maio de 2026

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A FALTA DE CREDIBILIDADE DA IMPRENSA BRASILEIRA: O NEGÓCIO ENGOLIU A VERDADE!

Pé no chão: líder da Associação de Caminhoneiros do Vale do Itapocu aponta o valor do frete como o grande problema da categoria

A FALTA DE CREDIBILIDADE DA IMPRENSA BRASILEIRA: O NEGÓCIO ENGOLIU A VERDADE!
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FUNDO DO POÇO

Boa parte da imprensa brasileira se encontra no fundo do poço pela falta de credibilidade e tem EXPLICAÇÃO:

Em passado recente descobriram que informação era um negócio. Aí verdade deixou de ser importante.

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NEM A DATA É CONFIÁVEL

Antigamente existia uma máxima sobre o jornalismo brasileiro e fazia uma referência aos jornais impressos: não se devia acreditar nem na data.

Hoje em dia, a coisa piorou: além da data, os textos também ficaram sem crédito e duvidosos.

Ainda recente – para não dizer que se trata de algo permanente – vimos uma revista de circulação nacional desmentir a própria matéria.

Mas isso aconteceu uma semana depois, após repercussão extremamente negativa.

HÁ UM LADO BOM NISSO

Enquanto os “jornalões e seus portais” caem no descrédito, o bom jornalismo se sobressai e os profissionais sérios se tornam referência em termos de notícias confiáveis.

As pessoas vão aprendendo separar “o joio do trigo”.

O jornalismo necrotério continua recebendo aplausos, mas a cada dia que passa com menor número de admiradores.

O que é ruim acaba por si.

GREVE DOS CAMINHONEIROS

Conversei ontem pela manhã com o Kelvyn Cristofoloni – que é um líder dos caminhoneiros e está à frente da Associação dos Caminhoneiros do Vale do Itapocu.Falamos sobre o movimento da categoria e ele me disse o que respondeu para o Sindicato de Navegantes:

Primeiro: a questão dos preços dos combustíveis não é um caso isolado do Brasil: é mundial.

Basta ver os preços praticados na Europa nos últimos tempos e também nos Estados Unidos.

Segundo o Kelvyn, o problema não está no preço do diesel, mas sim no valor do frete.

Para ele, as greves anteriores mostraram que o movimento não produz resultados duradouros, diferente de quando se valoriza o produto, ou seja, o frete.

Ele citou exemplos:

Quando há aumento no preço do trigo, o padeiro não faz greve: aumenta o preço do pão.

Se há aumento no preço do cimento, o material de construção não faz greve – aumenta o preço.

Kelvyn foi taxativo: a categoria não deveria carregar sem que houvesse compensação de custos + lucro.

O reflexo dos repasses chegaria às prateleiras e o governo teria que buscar soluções em relação ao seu produto encarecedor da situação: o óleo diesel – para conter o processo inflacionário.

Ainda segundo o Kelvyn Cristofolini, a categoria precisa ser mais unida e transformar o movimento de “não carregar” nos mesmos moldes de paralisar. Se pode paralisar por 10 dias, também pode ficar sem transportar e exigir melhor preço. A dinâmica é a mesma!

Kelvyn afirmou que vai respeitar o movimento e não trabalhará nos dias 1 e 2 de novembro. Ele disse ainda que “não acredita que o movimento ganhará corpo até o dia 3 de novembro e tem a safra da linha sul/sudeste como aditivo contrário”.

Santa Catarina é o quarto Estado com maior resistência à greve, conforme pesquisa da Fretebras divulgada na segunda-feira.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Comentários:
Sérgio Peron

Publicado por:

Sérgio Peron

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